Cavalgar até não sei onde nem como.




A agua salpica-me a vista e o
vento qual toalha limpa-me essa lagrima,
cavalgo desenfreadamente como se o 
horizonte me fugisse, 
os meus companheiros seguem-me, 
o prazer do esforço estampado nas suas narinas,
e a agua lava-me o rosto...
e o horizonte ao longe, salpicos, cascos e
nós os cavalos.

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